" EVANGELISTA " VITOR GARCÍA E " PASTOR " EDIVALDO SIMÃO SÃO A MÁFIA DO PÚLPITO E A CONEXÃO TERRORISTA?

               Vitor García e Edivaldo Simão 

" Evangelista " Vitor García e " Pastor " Edivaldo Simão são 
a  Máfia do Pulpito e a Conexão Terrorista ?

​Por: Lígia Pinto de Almeida
Diplomata e Presidente da Beit Rem-Kabod

​Apresentei recentemente uma denúncia formal ao Senhor Presidente da República Portuguesa, ao Senhor Primeiro-Ministro, ao Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros e é do conhecimento do Senhor Embaixador de Israel em Lisboa. 

O meu pedido é claro e urgente: Portugal precisa de refletir e impedir categoricamente a entrada no país da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP).

​Estamos a falar de uma organização classificada como terrorista por nações como os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e Israel. 

As notícias e relatórios internacionais são inequívocos: este grupo participou ativamente em ações terroristas barbaras, resultando no assassinato intencional de crianças e idosos judeus. 

A complacência perante a sua presença em solo nacional é inaceitável.

​Diante disto, impõe-se a primeira reflexão: Por que razão o dito "pastor" Edivaldo Simão marca presença constante na Festa do Avante — exatamente o espaço onde a Frente Popular para a Libertação da Palestina se promove?

Que tipo de alinhamento espiritual ou ideológico leva um suposto líder cristão a confraternizar com as fileiras de uma agenda manchada pelo terrorismo?

​A esta equação junta-se a figura do "evangelista" Vitor García. 

Relembro o dia em que convidei  Vitor García à acompar-me a  Embaixada de Israel em Lisboa. 

Guardei, até hoje, a memória do seu comportamento manifestamente indelicado e desrespeitoso para com o Senhor Embaixador Oren Rozenblat. 

Na altura, a atitude pareceu-me apenas uma falha de postura; hoje, com o desenrolar dos factos, o cenário ganha outra clareza.

​Vitor García e Edivaldo Simão atuam como "sócios". 

Criaram, fundaram e promoveram pretensas fundações que, na verdade, não possuem existência legal nem substância real. 

O propósito destas estruturas fictícias tem sido a angariação de capitais com indícios de branqueamento de dinheiro — uma matéria que se encontra sob rigorosa investigação do Ministério Público, através da Polícia Judiciária.

​Fica a questão central para reflexão pública:

Como podem indivíduos que se autointitulam "cristãos" e ostentam títulos "eclesiásticos" praticar e envolver-se em atos que a legislação nacional e internacional tipifica como crime?

​A fé não pode servir de escudo para a ilegalidade, nem o púlpito de disfarce para agendas obscuras e alianças com o terrorismo. 

Portugal e as suas instituições têm o dever de agir.

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