O PARTIDO CHEGA LIGADO A NEONAZIS
POR Moises Broder
“O partido Chega ligado a neonazis ”
Veredito: _VERDADEIRO, COM PROVAS DOCUMENTADAS:
A investigação cruzada de fontes jornalísticas, registos públicos e um relatório da Universidade de Lisboa e serviços de Inteligência de Israel, CIA , SIS, (2025) confirma múltiplas conexões documentadas entre o partido Chega e figuras ou grupos associados ao neonazismo, em particular Mário Machado, os Portugal Hammerskins e o Grupo 1143.
Evidência 1: Presença de Mário Machado em eventos do Chega.
QUEM É O MARIO MACHADO?
Figura central do neonazismo português, condenado por crimes de ódio, incluindo o homicídio racista de Alcindo Monteiro (1995), e fundador dos Portugal Hammerskins e do Grupo 1143.
O que se verificou?
Machado foi documentado em manifestações públicas do Chega, incluindo protestos liderados por André Ventura (fonte: SIC Notícias, RTP).
Imagens captadas mostram Machado entre participantes de protestos organizados pelo partido Chega .
Evidência 2: Agradecimento público de um deputado do Chega a Mário Machado
O que aconteceu?
Em julho de 2024, um deputado do Chega agradeceu publicamente a Mário Machado pelas “ações” que levaram ao cancelamento de um concerto da cantora brasileira MC Pipokinha, em Mafra.
Porque é relevante?
Este ato constitui reconhecimento político direto de uma figura neonazi, sem qualquer censura institucional subsequente.
“Obrigado, Mário, pela coragem. A cultura não pode ser lixo.”
— Declaração pública registada pela REVISTA VISÃO confirmada por vídeo.
Evidência 3:
Mobilização de grupos neonazis para protestos do Chega.
O que foi identificado?
Grupos como o Grupo 1143 e o movimento Reconquista mobilizaram os seus membros para manifestações do Chega, fornecendo transporte gratuito, comida e apoio logístico .
Como coordenam?
Usam canais de Telegram e fóruns associados a movimentos extremistas.
A coordenação dessas ações indica envolvimento planeado, não casual.
Evidência 4: Presença de elementos extremistas na Juventude Chega
O que diz o relatório da Universidade de Lisboa (2025).
A Juventude Chega acolhe membros identificados como “supremacistas brancos, salazaristas e simpatizantes do fascismo.
“A ala jovem do Chega serve como porta de entrada ideológica para elementos radicais.”