NORA BUSSIGNY A ESPÍA QUE TIROU A MÁSCARA DO ATIVISMO

INVESTIGAÇÃO DE NORA: POR TRÁS DA MÁSCARA DO ATIVISMO

Nora Bussigny, jornalista investigativa francesa de origem marroquina, passou um ano infiltrada em grupos anti-Israel, fingindo ser uma ativista pró-Palestina.

O que ela descobriu mostra como o ódio antissemita está sendo cada vez mais apresentado como ativismo pelos direitos humanos e se tornando socialmente aceitável em universidades e outros ambientes sociais:

"Não sou judia, nunca estive em Israel, mas estive muito envolvida com certas tendências ideológicas. Essas ideologias estão inextricavelmente ligadas ao antissemitismo.

Descobri que a causa palestina nada mais é do que um cavalo de Troia, um verdadeiro cavalo de Troia que serve para introduzir certas visões radicais na sociedade sob o disfarce de apoio à Palestina."

Nora gravou reuniões e documentou discursos. O que ela descobriu foi muito além da simples crítica a Israel. Ela publicou suas descobertas no livro "Os Novos Antissemitas".

"Percebi que o método de infiltração é muito mais eficaz para coletar uma grande quantidade de evidências irrefutáveis ​​e argumentos convincentes. É muito importante mudar a opinião das pessoas. Funciona muito melhor quando você diz a elas: "Escutem, vou contar exatamente o que aconteceu". E foi exatamente isso que elas disseram, palavra por palavra.

Sua pesquisa mostra que a hostilidade contra os judeus não é mais expressa abertamente, mas cada vez mais disfarçada como o chamado ativismo pelos direitos humanos.

Participei de cursos de treinamento onde aprendemos a manipular páginas da Wikipédia, por exemplo, adicionando a palavra "genocídio" ou removendo a palavra "terrorista" da página do Hamas. Percebi as conexões entre professores, grupos estudantis e terroristas.

Na Universidade Columbia, por exemplo, a organização "Estudantes pela Justiça na Palestina" permitiu que seus alunos fizessem videochamadas diretamente de Gaza com um terrorista e membro da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), que então os parabenizou calorosamente por seu ativismo.

Eles querem transformar a mensagem de "Palestina Livre" em uma mensagem de apoio à resistência. Uma suposta resistência que, na verdade, é composta pelo Hamas, Hezbollah, Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), Jihad Islâmica, rebeldes Houthi e outros: uma coleção de estupradores, assassinos, traficantes de drogas e executores impiedosos.

Estamos falando de organizações que não hesitam em usar crianças como escudos humanos, praticar tortura sistemática e financiar seu terror por meio do crime organizado global. Nesse ambiente, a linha entre crítica política e antissemitismo não é apenas tênue: ela se rompe completamente."

A investigação documenta uma realidade em que a palavra "paz" desaparece, substituída pela glorificação do antissemitismo e pela colaboração com organizações terroristas. Os dados coletados por Bussigny levam a uma conclusão que vai além das notícias:

"Vi jovens estudantes, convencidos de que lutavam por justiça, sendo doutrinados a celebrar o massacre de 7 de outubro como um "ato de libertação".

E foi exatamente isso que aconteceu. A pesquisa focou em grupos verdadeiramente perigosos.

Os fatos expostos revelam que não estamos lidando com uma causa nobre em prol de um povo, mas sim com uma cruzada brutal e niilista cujo único objetivo é impor um califado ideológico e destruir os alicerces da civilização."


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