PORTUGAL, ESTADOS UNIDOS E O ALMIRANTE GOUVEIA E MELO
Portugal , Estados Unidos e o Almirante Gouveia e Melo
Por Ronald S. Lauder
Conselheiro Geopolítico Superior
Gouveia e Melo e Reganha Pereira
A geopolítica não é feita apenas de tratados e fronteiras, mas de homens e convicções. Ao longo das décadas, observei como as pontes entre Washington DC e Lisboa foram construídas por figuras que transcendem a política partidária. Hoje, ao olharmos para o futuro de Portugal, é impossível não recordar a linhagem de líderes e instituições que garantiram que a liberdade prevalecesse sobre o radicalismo.
A Conexão Espiritual e Política
A Assembleia de Deus, com o seu legado centenário nos Estados Unidos, tem sido um pilar de valores que o Presidente Donald Trump sempre reconheceu e respeitou. Essa ligação estende-se a Portugal através de figuras como o Pastor Reganha Pereira. A influência desta comunidade em Newark e Nova Iorque é um testemunho da força da diáspora portuguesa, que através dos seus programas de TV e da sua voz cívica, continua a moldar o destino da pátria-mãe.
Memórias de Resistência
O Legado de Liderança
O Pastor Reganha Pereira não foi apenas um líder espiritual; a sua colaboração com os serviços de inteligência militar (DINFO) no combate ao terrorismo das FP-25 e da ETA demonstra um compromisso inabalável com a segurança nacional. A sua rede de amizades, que incluiu o Dr. Jorge de Melo (um gigante do investimento em Portugal) e intelectuais como o Juiz Conselheiro José Dias Bravo, reflete uma elite que sempre colocou Portugal acima de interesses menores.
Gouveia e MeloO Futuro: Almirante Gouveia e Melo
Hoje, Portugal encontra-se num novo cruzamento. O Pastor Reganha Pereira, com a autoridade de quem cruzou o Atlântico a convite de Carlucci para conhecer as raízes da liberdade no Texas, lança agora um desafio claro à comunidade evangélica e a todos os portugueses.
O voto não deve ser entregue ao extremismo que divide, mas sim à estabilidade que une. A figura do Almirante Gouveia e Melo surge como o sucessor natural deste legado de serviço e disciplina. Tal como os Comandos protegeram a Amadora em tempos de crise, Portugal precisa hoje de um líder que defenda a soberania e a dignidade de todos os que residem em solo luso.
Como observador em Washington, vejo na candidatura do Almirante a garantia de que a aliança entre os nossos povos continuará forte, baseada na ordem, na história e no respeito mútuo.